18 maio 2022

Laudo da polícia confirma que Lara não foi violentada sexualmente

 A menina Lara Nascimento, encontrada morta em 19 de março passado, não foi violentada sexualmente, segundo o laudo sobre o óbito. O documento, obtido com exclusividade pelo Balanço Geral, também informa que não havia álcool nem drogas no sangue da menina.

O documento demorou dois meses para ficar pronto. A principal hipótese para o crime é vingança. O agressor teria a intenção de atingir alguém da família de Lara ao raptá-la e matá-la. 

Com a confirmação de que não houve abuso sexual, o advogado da família, Fábio Costa, acredita que o crime tenha sido motivado por vingança. Ele também defende a ideia de que o suspeito conhecia a menina, uma vez que não precisou dopá-la. 

A mãe de Lara, Luana de Oliveira, ainda está abalada e continua procurando respostas para o assassinato da filha, que havia acabado de completar 12 anos.

Desaparecimento e confirmação da morte

No dia 16 de março, uma quarta-feira, Lara havia voltado da escola, chegado em casa e, no início da tarde, saído para uma mercearia próxima para comprar refrigerantes e doces. Ali, perto da casa da família, em Campo Limpo Paulista, foi o último local onde ela foi vista antes de desaparecer.

Ela foi encontrada morta no sábado, três dias depois, em um matagal no limite da cidade com Francisco Morato.

O laudo preliminar indicou a morte por traumatismo craniano, confirmada posteriormente: foram quatro pancadas na cabeça com um objeto similar a um martelo ou picareta. Não havia sinais de violência sexual.

Wellington Queiroz, o homem que dirigia o carro prata flagrado pelas câmeras no local onde a menina desapareceu e o corpo foi encontrado, é o principal suspeito do crime. Ele teve a prisão preventiva decretada e continua foragido.



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